No mínimo estranha a ausência repentina de Paulo Miranda no jogo de ontem contra a Ponte Preta. Mais estranho ainda é o treinador vir a público deixar claro sua insatisfação com o ocorrido, que foi uma decisão muito mais política do que técnica. O zagueiro estava concentrado e foi tirado da concentração, um absurdo cometido pela diretoria que deveria ter esperado no mínimo o término do jogo ou então ter agido depois do jogo com o Santos.Na minha opinião Paulo Miranda não vinha muito bem, e contra o Santos foi mal de novo, mas devido as circunstância do jogo não poderia ser crucificado, por isso acho que a decisão foi política e não de ordem técnica. Gastaram um caminhão de dinheiro pra contratar o Jadson, ele nunca jogou nada e ele continua no grupo. E quando coisas desse tipo começam a acontecer e com a aceitação do técnico é por que as coisas vão de mal a pior. Mas a pergunta fica na cabeça da torcida: por que a diretoria pediria o afastamento de um único jogador? Qual o real motivo? Qual a ligação de um simples atleta, com a diretoria, que os levam a tomar uma atitude dessa? Com a palavra o presidente Juvenal Juvêncio.
por Douglas Perez

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